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Marketing Religioso

Marketing religioso nas religiões evangélicas... Como funciona?

Não resta mais dúvida: as religiões evangélicas estão utilizando cada vez mais o "marketing religioso" para atrair adeptos e estão aumentando, com isso, o seu número de seguidores, chegando ao cúmulo de superar os católicos em alguns países de tradição sabidamente orientada para o catolicismo. Mas tal crescimento se verifica até mesmo nos países laicos, onde os evangélicos estão entrando com grande força de penetração.

Como se dá o proselitismo?

O fenômeno está relacionado ao marketing religioso, hoje presente em todas as mídias e até na internet, e à vultosa soma investidas em em publicidade pelas religiões evangélicas, adquirindo jornais, rádios, horários cativos e canais de televisão. As chamadas são constantes e feitas em diversos intervalos diários regulares e as "sessões ou cultos" também se dão em vários horários, umas três ou quatro vezes ao dia. Mas não é só isso: seus pastores recebem bem elaborados cursos de treinamentos, onde aprendem o evangelho, empostação de voz, técnicas de oratória e de convencimento de massas.

Aliado a isso -e nesse sentido a propaganda ajuda -, aprendem a explorar e propor a cura ou salvação pelo "Senhor" (Cristo) para as principais misérias humanas, como as drogas, vícios de bebidas e de jogo, doenças, possessão demoníaca, desemprego, desagregação familiar, dívidas, depressão, tendências suicidas, submissão a feitiços, etc. , problemas estes pesquisados e sabidamente existentes em qualquer agregado social. Quem já não viveu ou presenciou pelo menos um deles?

As técnicas de convencimento e "aprisionamento":

As técnicas de convencimento são teatralizadas nas sessões e nos cultos, posteriormente transmitidos pela TV. Nelas, são exibidas curas milagrosas pelo "Senhor",cenas de desobsessão demoníaca, de volta à paz e felicidade no lar e no trabalho e relatadas histórias de sucesso pelas pessoas pretensamente curadas ou "salvas", que só conseguiram isso após procurar uma igreja evangélica, como último recurso. Todas as histórias são bastante parecidas, mas o povo não se cansa de ouvi-las e de se encher de esperança. Se têm outra religião, abandonam-na e passam a seguir os evangélicos. Assim se dá o proselitismo e assim aumenta o número de seguidores que, posteriormente, ficam escravizados pela religião e se tornam fanáticos religiosos, atacando e discordando de todos que ousem pensar diferente deles.

Lavagem cerebral e cativeiro religioso é crime?

Infelizmente, à luz do Direito e da Constituição, isso não é crime. Mas como proteger do cativeiro religioso essas pessoas ingênuas, em sua maioria, de baixíssimo grau de instrução, fácil de serem convencidas, sofridas, crédulas, esperançosas e ávidas por salvação? Vão deixá-las até quando na mão dos hábeis evangélicos, que ainda as exploram com cobrança de dízimos, tirando o pouco que têm? Pagar por falsas esperanças? Alguém tem de pensar nisso e reescrever a lei!


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