http://www.youtube.com/watch?v=4_70T-Ymr
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Bíblia?...As mentiras começam quando alguém diz que a leu por inteiro. Confira! Vemos que estamos dentro de uma discussão filosófica onde eu, já p. da vida, diria: "Se você não for uma múmia, estiver vivo, sem camisa, e um assaltante lhe enfiar metade de um facão na barriga você sangra", acho que esta regra não admite exceção, certo? Talvez, aí, eu conseguisse calar as pessoas. Então, só para argumentar, vamos admitir como verdadeira a afirmação "Quase todas as regras têm exceção". Vamos admitir também , e como conseqüência, que a maioria nem sempre tem razão. Pronto! Até aqui, pelo menos, já chegamos a um acordo. Agora vamos ao tema deste artigo: Sem citar as fontes, por ser irrelevante ao caso e porque são muitas, estudos ( o mais técnico o dos americanos) demonstram que as pessoas não gostam de ler a Bíblia em letras pequenas e que o tempo médio que levariam para ler a Bíblia inteira, com reflexão mediana, do Gênesis ao Apocalipse - se lessem 3 páginas por dia, ininterruptamente e sem dias de descanso - seria de 360 dias, ou 1 ano, arredondando. Provaram também que o tempo mínimo para ler a Bíblia, apenas pausadamente, para uma pessoa obstinada e com um plano de leitura, seria de 90 dias, desde que, lesse 12 páginas por dia, sem dias de folga, e com letras grandes. Note-se que as pesquisas se referem a leituras sem exegeses, porque o tempo destas seria muito variável, dependendo do grau de profundidade onde se pretendesse chegar. Você conhece alguém que tenha conseguido essa façanha? Possivelmente, por "dever de ofício", e apenas por isso, algumas poucas pessoas devem tê-lo feito. Mas o mortal comum?... Não ponho a minha mão no fogo nem pelo Papa. Quanto a mim, lembro-me que da primeira vez que me dispuz a ler a Bíblia inteira, mas sem método algum, levei 3 anos. Depois, muito depois, retornava e passava a ler de novo, tentando entender melhor e interpretando somente as passagens sobre as quais tinha dúvida ou que me chamavam a atenção. Continuei fazendo isso até recentemente, porque sobre quase todas as partes eu tinha dúvidas que me enlouqueciam e ninguém respondia. Nem aqueles que, teoricamente, deveriam saber respondê-las. Daí, resolvi fazer um teste entre os amigos religiosos, crentes e alguns de seus líderes - sem as pessoas saberem - e vi que não eram só as pessoas comuns que não tinham lido a Bíblia inteira e não sabiam explicá-las, mas também fiéis de várias correntes religiosas, padres, pastores, "bispos", obreiros, apóstolos, missionários, "Testemunhas de Jeová", etc. Percebi claramente que aquelas pessoas mentiam quando eu lhes aplicava alguns testes, discreta e sub-repticiamente. Mas uma coisa havia em comum entre elas: todos acreditavam fervorosamente em Deus, Cristo, na Bíblia e nos Evangelhos. Curiosamente, os ateus, céticos e agnósticos, quando procedi da mesma forma, também não tinham lido a Bíblia inteira, na sua maioria, mas certamente tinham lido muito mais e revelavam um conhecimento bem maior do que os do outro grupo . Eles também me aconselhavam a estudar os livros sagrados e até outros, só que no sentido inverso: para detectar as mentiras e contradições bíblicas e poder defender-se dos seus detratores, que sempre vão existir. O argumento dos religiosos é que os céticos não conhecem e não entendem a "palavra de Deus". Participei e assisti alguns debates entre esses grupos e, adivinhem quem revelou maior conhecimento? Percebi nessas discussões e também em tudo que pacientemente pesquisei, que da Bíblia e dos Evangelhos, pode-se dizer com certeza apenas que são livros escritos "aproximadamente" entre os anos 1250 aC e 100 dC, refletindo uma coleção de mitos e lendas sem valor histórico, não se sabendo quantos nem quem são os seus verdadeiros autores. Aliás, sobre autoria é onde reinam as maiores controvérsias. Nem mesmo dos 4 evangelhos aceitos pela Igreja, os 3 sinóticos mais o de João (de João?), pode-se dizer com certeza de quem é a autoria. Talvez nem Sua Santidade, o Papa, saiba. Por isso a Igreja, malandra e cuidadosamente os denomina "Evangelho segundo...". Tudo nesse terreno é hipotético, nebuloso, duvidoso. Os críticos e estudiosos, ao se referirem à Bíblia têm por tempos verbais mais empregados o futuro do pretérito (poderia, teria, etc) e o futuro do presente composto (teria sido, teria louvado, etc). Os advérbios e locuções (provavelmente, supostamente, aparentemente, talvez, por volta, por certo, quem sabe, etc,) também são profusamente empregados. Por quê? Dificuldade de se comprovar pelo decurso de dois mil anos? Certamente que não. Filósofos de antes da era Cristã (Confúcio, Sócrates, Platão, Thales de Mileto e tantos outros) têm a autoria de seus textos confirmados. Por que não os dos textos "sagrados"? Ah, é porque foram feitos por muitas mãos, diriam. Mas e os dos Evangelhos? Atribui-se um para cada suposto autor, só que não se tem certeza se cada um deles é o verdadeiro autor. Mais uma vez: Por quê? Diante disto (e sem citar minhas inúmeras outras justificadas razões, que serão motivo para outro artigo), certa ou erradamente, cheguei à seguinte conclusão:
Falei e disse, se acertei, não sei. E vocês o que acham? Vão me chamar de herege, ateu, desinformado, possuído por Satanás? Já nem ligo mais.
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Ivo S G Reis |
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Terminou neste sábado, 15 de dezembro de 2007, a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, que se realizou em Bali, na Indonésia, reunindo cerca de 190 países que debateram assuntos relacionados ao aquecimento global, já com vistas a traçar metas para o próximo protocolo que se relalizará em 2012, com vistas à substituição do Protocolo de Kyoto.
O término da conferência, que se iniciou no dia 3 de dezembro, estava previsto para o dia 14, mas por causa da intransigência dos Estados Unidos em aceitar algumas determinações relativas aos pactos estabelecidos, foi transferido para o dia 15 quando, finalmente e felizmente, conseguiram quebrar a resistência dos Estados Unidos a uma proposta do G7, que previa ajuda dos países mais ricos aos mais pobres, no desenvolvimento de tecnologias para evitar a emissão de gases do efeito estufa.
Veja, abaixo, a íntegra da matéria:
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Por Emma Graham-Harrison
NUSA DUA, Indonésia (Reuters) - Cerca de 200 nações entraram em acordo, no sábado, durante as conversações lideradas pela ONU em Bali para lançar uma rodada de negociações sobre um novo pacto para combater o aquecimento global, após uma concessão dos Estados Unidos permitir um avanço histórico.
Washington afirmou que o acordo marca um novo capítulo na diplomacia relacionada ao clima após seis anos de disputas com grandes aliados desde que o presidente George W. Bush se recusou a participar do protocolo de Kyoto em 2001, o principal tratado existente para combater o aquecimento.
"Este é um momento decisivo para mim e para o meu mandato como secretário-geral", disse Ban Ki-moon, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, após retornar a Bali para implorar aos delegados para que superassem as diferenças, no primeiro dia de prolongamento do prazo das negociações.
Ban estava em uma visita a Timor Leste. "Estou profundamente grato a muitos países-membros pela flexibilidade e pelas concessões", disse Ban à Reuters.
O encontro de Bali aprovou um "mapa" para dois anos de negociações para a adoção de um novo tratado que substitua o de Kyoto, a partir de 2012, abrangendo nações como os Estados Unidos e países em desenvolvimento como China e Índia. Sob o acordo, o tratado que sucederá Kyoto será definido em Copenhagem no fim de 2009.
O acordo, após duas semanas de negociações, ocorreu após os Estados Unidos dramaticamente retirarem a oposição a uma proposta dos países do G7 --o grupo dos sete países mais industrializados do mundo-- para que as nações ricas façam mais para ajudar os países em desenvolvimento na luta contra o aumento da emissão de gases de efeito estufa.
O ministro do Meio Ambiente da Indonésia, Rachmatg Witoelar, bateu o martelo do acordo sob aplausos de delegados, desgastados após negociações intensas e numerosas disputas nos últimos 15 dias.
"Eu acho encorajador. Esse é um sinal real de disposição para um acordo", disse Yvo de Boer, secretário-executivo da Convenção do Clima da ONU.
ACOMODAÇÕES
A União Européia ficou satisfeita com o acordo.
"Era exatamente o que queríamos", disse Humberto Rosa, chefe da delegação da União Européia. "Nós teremos agora dois anos tremendamente exigentes, começando em janeiro."
Um pacto em 2009 dará tempos aos governos para ratificar o acordo e dar certeza aos mercados e investidores interessados em adotar tecnologias de energia limpa, como turbinas de vento e painéis solares.
O tratado de Kyoto obriga a todos os países industrializados, exceto os Estados Unidos, a cortar emissões de gases de efeito estufa entre 2008 e 2012. Nações em desenvolvimento são dispensadas. As novas negociações vão procurar integrar todos os países no controle das emissões a partir de 2013.
"Não há dúvidas de que abrimos uma nova página e estamos avançando", disse James Connaughton, chairman do Conselho de Qualidade Ambiental da Casa Branca, em Bali.
Os Estados Unidos são o maior emissor de gases de efeito estufa, à frente da China, Rússia e Índia.
Todos sabem o que acontece. O madeireiro sabe (comete um crime consciente), o povo sabe, as instituições de defesa do meio ambiente sabem, o Governo sabe, mas ninguém consegue coibir e muito menos estancar em definitivo o desmatamento criminoso. O que estão esperando? Que o madeireiro, num lampejo de crise de consciência, enxergue o dano que causa e resolva parar? Não, a sua sede pelo lucro é muito maior do que os seus princípios éticos e morais. Por isso, a menos que encontre pela frente uma rígida fiscalização e punições pecuniárias e restritivas da liberdade, ele não vai parar.
De todos os que sabem, o que reúne melhores condições e poder para estancar essa prática daninha (quando a exploração da madeira é feita comercialmente e em grande escala) é o Governo. O povo, as ONGs e outras instituições de defesa do meio-ambiente, e em especial da Amazônia, só podem protestar e alertar, mas não têm poder de polícia e nem de editar leis. Isso compete ao “Poder Público”.
Aliás, sobre isso, leia-se o que diz o “caput” do artigo 225, da Constituição Federal Brasileira, no capítulo que regula o meio ambiente:
“Todos têm o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao “Poder Público“ e à coletividade, o dever de defendê-lo e preservá-lo para as futuras gerações.” (os grifos são meus).
Então, o que falta ao Governo para pôr fim de vez a essa situação perigosa, incômoda e preocupante? Diria que é somente vontade política e mais nada.
O que se vê é que o “Poder Público” não está cumprindo convenientemente o seu dever constitucional. Por que não controla melhor os crimes ambientais?
Foram criadas, recentemente, leis que regulam o uso e o porte de armas de fogo, impondo controles, restrições e rígidas penalidades. Por que não fazem o mesmo com as moto-serras? Acaso o seu poder de destruição e o dano que causam a terceiros é menor do que o das armas de fogo? Não, pelo contrário, é muito, muito maior. Pela liberdade do uso das moto-serras chegam-se a matar pessoas e dizimar ou afastar do seu habitat natural pequenas comunidades inteiras, especialmente indígenas.
Ao que se saiba, existe apenas um Código Florestal Brasileiro, remendado, ultrapassado, datado de 1965, constantemente desrespeitado, e uma tímida lei que controla a concessão de licenças para porte e uso de moto-serras e que deve ser renovada a cada dois anos. Afora isso, alguns organismos governamentais, como o IBAMA, ineficiente, já corrompido, o Ministério do Meio Ambiente e o das Minas e Energia, ”tentam” fazer alguma coisa, mas não atingem os seus objetivos.
A prova disso, é que a venda de moto-serras e o desmatamento (a despeito de uma pequena diminuição a partir de 2006), ainda estão em franca expansão. Então se conclui que as poucas leis existentes são inócuas, porque todo mundo compra e usa o artefato assassino à vontade, cumprindo uma mínima burocracia de controle “faz de conta”. Em dois anos pode-se fazer muito estrago.
Temos de entender que chegou a hora de o Governo corrigir seus rumos e repensar uma solução para esse angustiante problema. Já temos as queimadas (estas, muito mais difícil de controlar), os desmatamentos por correntões, utilizados pelos agricultores, as poluições ambientais dos rios e nascentes, causadas por mineradoras e usineiros que despejam metais tóxicos e vinhoto nos rios e agora vamos ter que aturar as moto-serras, proliferando-se e com um poder devastador maior e mais rápido que os demais!?…
Pagamos muito caro pela nossa cidadania (uma das mais caras do mundo) e temos o direito de exigir um basta.
Nós, povo, brasileiros, não-brasileiros, cidadãos da Terra, de forma organizada ou não, queremos protestar, em nome da preservação das nossas matas e da qualidade de vida ambiental, aqui, ou em qualquer lugar do planeta.
Vamos pressionar nossos políticos para que façam novas leis, mais rígidas, no que se refere à venda, controle e uso das moto-serras. Usemos a informática para saber quem, onde, quando e quanto comprou. E mais: onde e em que vai usar. Reforcemos o efetivo policial, para que não se use a clássica desculpa de que “falta gente para fiscalizar e policiar”. Recursos? Temos bastante. E se acharem que não, O Banco Mundial, o BIRD e outros organismos financeiros internacionais estão aí para abraçar a causa e emprestar. Isso não é difícil, basta querer.
Você que está lendo esse artigo, fale com o seu deputado federal, com o seu senador, com o seu partido político (se filiado a algum). Pressione para que APRESENTEM um novo projeto-de-lei para controlar a venda e o uso das moto-serras. Depois, voltem a pressionar para que APROVEM, porque o “lobby” contrário vai ser grande. Por último, pressionem para que IMPLANTEM, para que não venha a se tornar mais uma daquelas “leis mortas”, tão comuns no Brasil.
Se o resto do mundo encampar a idéia e imitar o exemplo do Brasil, teremos dado uma grande colaboração à humanidade. E, o que é melhor, em nível mundial.
É sonho? Talvez, mas é possível e quase inevitável que um dia se tenha de fazer isso. E esse dia, creiam , já chegou. Nós é que ainda não acordamos para vê-lo.
Microchips em cavalos e veículos de passeio… O que vem depois?
A novidade já chegou, por enquanto, apenas no Estado de São Paulo, mas tudo indica que vai ficar e se alastrar pelos outros estados da federação. O motivo é simples: significa arrecadação, ou seja, mais dinheiro para os cofres públicos. A dúvida apenas será se irá para os estados ou para os municípios.
Sob o velho pretexto da “segurança no trânsito” (lembram-se das lombadas eletrônicas?), a Prefeitura de Bauru “urdiu” com o seu Centro de Controle de Zoonoses, a implantação de um microchip do tamanho de um grão de arroz nos cavalos do município. A novidade já está funcionando e o microchip controla os dados do animal e do proprietário. Funciona assim: se um cavalo for pego perambulando pela cidade, colocando o trânsito em risco, ele é apreendido e, pela leitura do seu microchip, o proprietário é notificado e terá de pagar a multa de R$ 150,00 (por enquanto), se quiser recuperá-lo.
Segundo informações da Agência Estado, somente nestes nove meses do ano, já foram recolhidos 130 animais e 50 já se encontram “chipados”.
Já na cidade de São Paulo e quanto aos carros de passeio, a coisa é mais ou menos semelhante, porém mais rígida: implanta-se um chip no pára-brisas, contendo os dados do veículo e do proprietário. Porém, esse chip informa também a localização, os percursos e a velocidade média do veículo em cada trajeto e ainda, por exemplo, se o IPVA, o licenciamento ou as multas estão em dia. Assim, basta um guarda-de-trânsito ou um policial rodoviário passar o leitor manual sobre o chip, ler o status da informação e, se for ocaso, selecionar a opção “multar“. Dali mesmo, a multa será enviada diretamente para o Departamento de Trânsito local. Isto é para a segurança do veículo? Se ele não for roubado, os dados estarão lá, do mesmo jeito, à disposição das autoridades.
Alguém tem dúvida de que a novidade vai pegar?
E se eles resolverem, mais tarde, implantar esses chips em nós, cidadãos comuns, cada vez que formos tirar uma identidade? Já somos controlados pelo RG e pelo CPF!… Não custa nada, nos órgãos de identificação, implantar um chipezinho, indolor, do tamanho de um grão de arroz. “É para a sua segurança, senhor, dirão”.
Mas isso, se funcionasse, só serviria para a localização em caso de seqüestro (desde que o seqüestrador não soubesse a localização do chip, senão, ele simplesmente o arrancaria, à faca).
Como os lugares de implantação seriam sempre os mesmos…
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(Este artigo foi por mim publicado no Blog Wordpress Debata, Desvende e Divulgue! )
Não resta mais dúvida: as religiões evangélicas estão utilizando cada vez mais o "marketing religioso" para atrair adeptos e estão aumentando, com isso, o seu número de seguidores, chegando ao cúmulo de superar os católicos em alguns países de tradição sabidamente orientada para o catolicismo. Mas tal crescimento se verifica até mesmo nos países laicos, onde os evangélicos estão entrando com grande força de penetração.
Como se dá o proselitismo?
O fenômeno está relacionado ao marketing religioso, hoje presente em todas as mídias e até na internet, e à vultosa soma investidas em em publicidade pelas religiões evangélicas, adquirindo jornais, rádios, horários cativos e canais de televisão. As chamadas são constantes e feitas em diversos intervalos diários regulares e as "sessões ou cultos" também se dão em vários horários, umas três ou quatro vezes ao dia. Mas não é só isso: seus pastores recebem bem elaborados cursos de treinamentos, onde aprendem o evangelho, empostação de voz, técnicas de oratória e de convencimento de massas.
Aliado a isso -e nesse sentido a propaganda ajuda -, aprendem a explorar e propor a cura ou salvação pelo "Senhor" (Cristo) para as principais misérias humanas, como as drogas, vícios de bebidas e de jogo, doenças, possessão demoníaca, desemprego, desagregação familiar, dívidas, depressão, tendências suicidas, submissão a feitiços, etc. , problemas estes pesquisados e sabidamente existentes em qualquer agregado social. Quem já não viveu ou presenciou pelo menos um deles?
As técnicas de convencimento e "aprisionamento":
As técnicas de convencimento são teatralizadas nas sessões e nos cultos, posteriormente transmitidos pela TV. Nelas, são exibidas curas milagrosas pelo "Senhor",cenas de desobsessão demoníaca, de volta à paz e felicidade no lar e no trabalho e relatadas histórias de sucesso pelas pessoas pretensamente curadas ou "salvas", que só conseguiram isso após procurar uma igreja evangélica, como último recurso. Todas as histórias são bastante parecidas, mas o povo não se cansa de ouvi-las e de se encher de esperança. Se têm outra religião, abandonam-na e passam a seguir os evangélicos. Assim se dá o proselitismo e assim aumenta o número de seguidores que, posteriormente, ficam escravizados pela religião e se tornam fanáticos religiosos, atacando e discordando de todos que ousem pensar diferente deles.
Lavagem cerebral e cativeiro religioso é crime?
Infelizmente, à luz do Direito e da Constituição, isso não é crime. Mas como proteger do cativeiro religioso essas pessoas ingênuas, em sua maioria, de baixíssimo grau de instrução, fácil de serem convencidas, sofridas, crédulas, esperançosas e ávidas por salvação? Vão deixá-las até quando na mão dos hábeis evangélicos, que ainda as exploram com cobrança de dízimos, tirando o pouco que têm? Pagar por falsas esperanças? Alguém tem de pensar nisso e reescrever a lei!

