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Tv-3D, o próximo sonho de consumo


O consumismo, alavancado pelos avanços tecnológicos, parece não ter mesmo limites e sustenta-se a qualquer preço. A bola da vez agora é a TV-3D, que será o próximo sonho de consumo dos brasileiros, a exemplo do que já está acontecendo em alguns países.

Ainda não dá para saber com certeza quando ela se implantará e em quantos anos se popularizará aqui por estas bandas. Mas a Samsung, um dos gigantes do setor, anuncia que já em abril deste ano os primeiros aparelhos estarão à venda no Brasil. E parece que é verdade mesmo. Mas daí até que as emissoras de TV nacionais comecem a transmitir em 3D haverá um longo e demorado caminho. Até agora, apenas a TV Globo anunciou que "tentaria" transmitir 13 dos jogos da copa em 3D, mas não é certeza.

A tecnologia 3D (para o cinema) não tem nada de nova e já existe há, pelo menos, 50 anos. Houve um tempo em que esteve em moda, assim que foi lançada, e depois foi abandonada, pelos altos custos de produção. Agora, com o lançamento do filme "Avatar", na versão 3D, foi observada uma alta aceitação popular e os fabricantes de aparelhos de TV  resolveram transportar a tecnologia para a televisão  e investiram nisso.  Alguns modelos já estão chegando, mas ainda a um preço médio altíssimo (em torno dos 10 mil reais) e sem poder captar nenhuma emissora nacional. Será que vale a pena, se formos utilizar a velha comparação "custo x benefício"?

Veja, abaixo, a interessante matéria que, sobre o assunto, escreveu o jornalista Renato Rodrigues:

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TV 3D chega ao Brasil em abril


Samsung anuncia que irá trazer para o país TVs capazes de exibir imagens em três dimensões


Renato Rodrigues*

Renato Rodrigues
Modelo plasma de 63" com tecnologia 3D
A tão badalada TV em 3D chegará ao Brasil antes do que se imaginava. A Samsung anunciou na CES 2010, feira de tecnologia de consumo que acontece em Las Vegas (EUA), que vai lançar no país uma linha de modelos com suporte a esta tecnologia já em abril.

Serão vários aparelhos 3D. Entre as televisões com display de plasma, o destaque é a versão de 65" da Série 8000. Além de ser capaz de exibir imagens tridimensionais, ela tem apenas 2.9mm de espessura e possui conexão ccom a internet, com widgets que permitem usar o Twitter e o Facebook, por exemplo. A empresa ainda estuda se também trará o modelo de 58".

Na linha LCD, a tecnologia 3D chega na Série 750, com o modelo de 46" e possivelmente outro de 55". Em termos de recursos, os destaques são a taxa de atualização de 240Hz (uma TV convencional é de 60Hz) e conexão com a web (uma ferramenta que a empresa chama de Internet@TV)

Por fim, o topo da cadeia 3D são as TVs LCD com iluminação traseira por LED. Os modelos que virão para o Brasil serão os de 40", 46" e 55", todos com taxa de atualização de 240Hz e acesso à internet.

A Samsung usa uma tecnologia chamada de "3D ativo". A polarização (junção) das imagens é feita pelos óculos, o que reduz o "esforço" da TV e melhora o desempenho. Mas o preço disso é que os óculos são mais caros e pesados, tornando-se incômodos depois de um período muito longo de uso.

Essas TVs também são capazes de converter conteúdo 2D, exibido normalmente hoje em dia, em 3D. É uma solução mambembe, que só deve durar enquanto não entram no ar canais que transmitem em 3D de verdade. A Stuff testou ambas as coisas na CES e garante: uma partida de futebol tridimensional ganha uma nova dimensão (com trocadilho, claro). No entanto, nenhuma emissora brasileira tem planos de adotar a tecnologia num futuro próximo, o que pode ser uma barreira para a massificação dessas TVs.

O preço? "Nem eu sei ainda", diz Rafael Cintra, executivo responsável para área de TVs da Samsung. No entanto, ele acredita que os modelos mais "baratos" devem ficar em torno de R$ 10 000.

Todos as TVs Samsung este ano sairão de fábrica com conversor de TV Digital, exceto os modelos de 22" e 26" da Série 3 de LCD.

Renato Rodrigues
Modelo C9000, com apenas 9mm de espessura
Durante a CES, a fabricante também apresentou a UN55C9000, a TV de LED mais fina do mundo, com espessura de apenas 9mm. O modelo, que ainda não está disponível comercialmente, ganhou o prêmio "Best of Innovations" de melhor TV da CES, e deve chegar ao país somente no segundo semestre.

MercadoSegundo , o final de 2009 marcou a tomada da liderança no mercado de TVs LCD, com uma fatia de 30% do mercado em volume e 33% em valor (valores bem próximos aos da LG, na verdade). Essas TVs finas venderam 3,5 milhões de unidades no ano passado, contra 6 milhões de TVs CRT (tubo). Além disso, os brasileiros compraram 400 000 TVs de plasma e 70 000 com iluminação LED.

Para 2010, ele prevê a venda de 5 milhões de LCD, e de 350 000 a 400 000 LED, contra 4 milhões de CRT, o que marcaria essa virada tecnológica no mercado nacional. "A TV de tubo deve acabar em 2011", diz.

Para o executivo, dois fatores foram fundamentais para a empresa superar a concorrente coreana: a introdução dos receptores de TV Digital em vários modelos e a chegada das LED antes da concorrência. "Ficamos sozinhos nesse mercado por um bom tempo", diz. Embora não revele números, ele diz que a companhia investiu pesado em marketing no segundo semestre, e conseguiu recuperar-se do primeiro semestre ruim.

Neste ano de Copa do Mundo, ele não acredita em forte aumento do mercado, apenas uma inversão da proporção de vendas, normalmente concentradas no segundo semestre. "Teremos dois Natais este ano: além de dezembro, maio será muito forte", acredita. Ele também aposta que a TV Digital e o Full HD serão outros fortes motivadores de compra. As TVs com resolução Full HD (1920 x 1080) responderam por 35% do mercado total de LCDs ano passado, fatia que deve crescer para 70% este ano.

* o jornalista viajou para Las Vegas a convite da Samsung

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Dentre os muitos males que a religião causa, este talvez seja o mais grave porque produz vítimas, com danos patrimoniais, morais, físicos e até morte. Foi o que ocorreu na Nigéria (África), depois que uma comunidade cristã da cidade de Jos sofreu violento ataque de muçulmanos, segundo estes, em represália a um outro ataque que os cristãos teriam feito aos muçulmanos em janeiro. Guerra entre facções religiosas? Isto é religião?
Segue o texto, na íntegra, conforme publicação da BBC Brasil:
 

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Violência sectária teria causado a morte de 500 pessoas na Nigéria





Em janeiro, violência forçou moradores a abandonarem a cidade de Jos. Autoridades nigerianas estimaram que cerca de 500 pessoas foram mortas durante a onda de violência sectária ocorrida na cidade de Jos, centro da Nigéria, na madrugada de domingo.Relatos de testemunhas registrados na imprensa local dão conta de que grupos muçulmanos da etnia Hausa-Fulani invadiram por volta das 3h00 da manhã o vilarejo majoritariamente cristão de Dogo-Nahawa. O repórter da BBC Richard Hamilton informou que os invasores chegaram atirando e, quando as pessoas começaram a fugir de suas casas, eram mortas a golpes de facão. O ataque teria durado quase três horas e deixado também cerca de 50 casas incendiadas.
 
Segundo Martin Plaut, editor para a África da BBC, a emissora recebeu fotos da área que mostram corpos de crianças e mulheres enfileirados. Um porta-voz da Cruz Vermelha na região, Robin Waudo, disse à BBC que seus médicos estão atendendo pessoas feridas com facões e queimaduras, e com membros fraturados.
"Neste momento, os confrontos se acalmaram e os militares estão tentando controlar a situação", afirmou.
O presidente em exercício da Nigéria, Goodluck Johnathan, colocou em alerta máximo as forças de segurança atuando na região central do país depois dessa nova onda de violência.
 
O ataque teria sido uma vingança pela morte de centenas de pessoas em janeiro, após confrontos entre cristãos e muçulmanos nos arredores de Jos. A região passou a ficar sob toque de recolher desde então.
A cidade de Jos tem sido palco de violência nos últimos anos justamente por estar posicionada na divisa entre o norte, de maioria muçulmana, e o sul do país, de maioria cristã.
'Provocação aos cristãos'
 
A estimativa de 500 mortos foi feita pelo fórum cristão do estado de Plateau e confirmada por Gregory Yenlong, comissionário de informação do governo local, em entrevista a jornalistas nigerianos no vilarejo de Dogo-Nahawa.
 
O jornal nigeriano The Guardian relatou que o fórum cristão havia divulgado um comunicado em que condena o ataque classificado como "uma provocação aos cristãos".
 
"Dogo Nahawa é uma comunidade cristã. As testemunhas dizem que os militantes muçulmanos Hausa-Fulani vieram cantando 'Allahukabar' (exclamação muçulmana que exalta Alah) e invadiram as casas, cortando seres humanos, incluindo crianças e mulheres com suas facas e facões", diz o comunicado.
 
Os cristãos também protestam contra uma suposta omissão das forças armadas nigerianas. O comunicado relata que as forças de segurança teriam sido avisadas pelos cristãos do início do ataque, mas só teriam respondido ao chamado duas horas depois.
 
Peter Gyang, líder da comunidade local, disse ao The Guardian que os moradores da região não vão mais respeitar o toque de recolher.
 
"Nós seremos forçados a entrarmos em nossas casas às 6h00 da tarde, mas os invasores continuariam vindo e nos atacando sem qualquer intervenção do Exército ou da polícia. Então, não haverá mais toque de recolher para que nós possamos nos proteger".
 
Fonte: BBC-Brasil"
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(This article was translated from the Portuguese into English, by the own author, with the purpose of to allow readers of other nationalities to evaluate and discuss the subject. Due to the author’s little experience in versions for the English language, forgive us for eventual meaning mistakes or grammar found).

Leitores de língua portuguesa poderão ver a matéria original em: http://debatadesvendeedivulgue.com/blog/2008/07/17

With the title "LIKE CHRIST, BUT BEFORE HIM", and the subtitle "A stone tombstone indicates that a Messiah sufferer’s idea that resurrected to the third day already existed in the Judaism", the brazilian magazine "Veja" (See!), edition 2069, of July 16, 2008, tells that a stone tombstone, of less than a meter of height, with 87 text lines in Hebrew and acquired there is one decade by the Swiss David Joselsohn, it contains registrations that, according to the experts, refers to a Messiah sufferer that would die murdered by the Jewish king’s army and he would resurrect in the third day after his death, likely to the that would have happened with Christ of the Gospel.

According to the matter of the "Veja" magazine, the stone, acquired at random, it only began to be studied one year ago by archeologists, researchers and the scientific community and it will still be able to come to raise some debates or controversy, but not regarding the authenticity of the stone, that has been given as genuine, without raising controversies. This, by itself, already constitutes an unquestionable fundamental point for the pursuit of the researches.

The whole text should be read with deep reflection because, in spite of supposing that the "Messiah" the one that refers the tombstone can be a man called Simão, murdered by the Jewish and collaborating king’s Roman army, Herodes, presents a curious similarity with some of the events related to Christ, taking to have faith that the history of own Christ’s appearance in Palestine "was not an isolated and anomalous event, but it would be linked, in a narrow way, to the Jewish mystic of the period and to the political atmosphere of a nation under Roman occupation" and that "the several prophecies that Jesus did on his own death would win another shade - they would be no more predictions without a historical and cultural precedent, but notions already fixed in the faiths of his time and place."

This is the synthesis of the news and the texts in italic and red are transcriptions faithful of the original matter of the Veja Magazine (See), just as having published. The edition 2069 is in the newsstands until the 23/07/2008. After that date, it can be acquired as late number or, for those that have the access or come to get it, to be downloaded in the site of the own magazine (http://www.veja.com.br )

Reflections about the crucified Christ and the humanity’s "savior":


In several other matters that I published, so much in the blog " Debata, Desvende e Divulgue!"(Discusses, Unmask and Publish), as in several other blogs, forums and sites where I participate as administrator, moderator or collaborator, I have been alerting about the great and real possibility - that I defend, even proof in opposite - that the Gospel are a collection of legends and myths of old people and religions, in some centuries and even more than one millennium, previous to the biblical Christ. As that legends, 16 (sixteen) Christs would have existed, before Christ of the Gospel, with life histories with countless points in common, in almost all of them: "the savior Messiah’s arrival, born of a virgin", "the similarity among the names Cristo, Chrestus, Iesus, Ieoshua, Yeshua, Jeseus, Hesus and other names"," Jesus’ mother’s names (all similar Maria), " the birth and the 3 kings magicians’ vision", "the real persecution and the parents’ escape to avoid the child’s death", "the norms of justice, kindness and tolerance preached", "the miraculous cures", "the twelve apostles", " the beginning of the preaching to the 12 years", "the sanctity, as son of God", ", the condemnation, the death in the cross and the resurection", "the 3 entities in a one", "the dove, the saint’s spirit, and Jesus’ sacred heart". What would that mean?

Blogger Labels: Matter of the Magazine Sees Reinforces the Hypothesis that Jesus Christian’s Life is a Collection of Legends and Myths of Old ReligionsBlogger Labels: Matter of the Magazine Sees Reinforces the Hypothesis that Jesus Christian’s Life is a Collection of Legends and Myths of Old ReligionsBlogger Labels: Jesus, Christ, Jesus Christ, Bible, Gospel, Religion, Christian Era, Christianism, God, Evangelism, Cristo, Mitos religiosos, Religious Myths, Legend, Myths, Old religionsAffirms Kersey Graves (1875), in his book The Word’s Sixteen Curcified Saviors , have existed in the religious traditions of civilizations, previous to the Christian Era, 16 crucified martyrs, with histories similar to the one of Jesus of the Gospel, being the older of them two: Thulis, in Egypt (1700 a.C), and Khrisna, in India (1200 a.C). However, which more he resembles each other to the of Jesus’ history, in almost everything, is the God Mitra, of Persia (600 a.C).
Therefore, it is lawful to presuppose that if those histories of the "crucified saving Messiah" were so present in the religious traditions of old people and if the Jews of the Christian time in her believed and they needed a central character for the Christianity, nothing would impede them to adapt the histories for their purposes and to include it in the Gospel, as if only and true it went. This is the most probable hypothesis.

So, from there is almost two thousand years, before the Christian Era, several "Messiah" appeared and they went being perpetuated through the oral tradition or writing. But not only as fictitious characters, because they also existed some that, in meat and bone, and they wanted to represent "Messiah’s" paper, as in a theatrical representation. In fact, "Messiah", (Mashiach, in Hebrew, whose translation is "Christ") Jewish, Christians, Buddhists and other, they always existed, before and after to biblical Christ’s assumption birth. Higher than 16 biblical before Christ, they appeared, after this: 12 Jewish Messiah and 11 Christians, among the ones which, a Brazilian (Inri Cristo, 1948....). Among the already died, the last was Menachem Mendel Schneerson (April, 1902 - June, 1994), died at 92 years old.

To illustrate and to corroborate those statements and the fanned hypothesis, see the video below, that I produced regarding INRI Cristo, a character Brazilian, alive, founder of the Supreme Universal Order of Sacred Trinity, with "apostles" and followers, and that makes preachings for Brazil and for the world, saying to be the reincarnation of Christ (I met him and I know that he is not faker and he really believes in that). In spite of seeming to be a humorous video, it is not it. On the contrary: it is serious and it reflects a situation that could have existed in the past and that can come repeating in the future, after some hundreds of years, when some historian to her to refer. The only differences will be the time, the origin (as been reincarnated) and, the main: the proof of his existence, besides with birth certificate. Out that, the myth will continue. Until when?

Youtube video: Inri Cristo, the Reincarnated Christ (Inri Cristo, o Cristo Reencarnado)


If the video doesn’t open directly (some sites don’t allow the opening), click in the link:
http://www.youtube.com/watch?v=4_70T-YmrkQ

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Bíblia?...As mentiras começam quando alguém diz que a leu por inteiro. Confira!

É certo que "quase" todas as regras têm as suas exceções e isto é ponto pacífico. Por exemplo, se eu disser: "a regra nascer, viver e morrer" não admite exceções", aparecerá alguém para dizer "É, mas você pode morrer antes de nascer ou ser um nati-morto que nasceu e morreu sem viver". Aí, querendo me defender eu poderia retrucar: "Ok, então a regra tudo que é vivo morre, esta não admite exceção". Ainda assim, apareceria alguém para dizer "Morre não, se transforma", segundo Lavoisier. Se eu, supondo que fosse dar um golpe mortal, dissesse: "Tá bom, tá bom, mas 2 mais 2 são 4 e esta regra não admite exceção",com certeza alguém rebateria: "Depende. Isto é apenas uma convenção matemática, aplicada ao sistema numérico decimal. Em outros..." E a discussão iria longe.

Vemos que estamos dentro de uma discussão filosófica onde eu, já p. da vida, diria: "Se você não for uma múmia, estiver vivo, sem camisa, e um assaltante lhe enfiar metade de um facão na barriga você sangra", acho que esta regra não admite exceção, certo? Talvez, aí, eu conseguisse calar as pessoas.

Então, só para argumentar, vamos admitir como verdadeira a afirmação "Quase todas as regras têm exceção". Vamos admitir também , e como conseqüência, que a maioria nem sempre tem razão. Pronto! Até aqui, pelo menos, já chegamos a um acordo. Agora vamos ao tema deste artigo:

Sem citar as fontes, por ser irrelevante ao caso e porque são muitas, estudos ( o mais técnico o dos americanos) demonstram que as pessoas não gostam de ler a Bíblia em letras pequenas e que o tempo médio que levariam para ler a Bíblia inteira, com reflexão mediana, do Gênesis ao Apocalipse - se lessem 3 páginas por dia, ininterruptamente e sem dias de descanso - seria de 360 dias, ou 1 ano, arredondando. Provaram também que o tempo mínimo para ler a Bíblia, apenas pausadamente, para uma pessoa obstinada e com um plano de leitura, seria de 90 dias, desde que, lesse 12 páginas por dia, sem dias de folga, e com letras grandes. Note-se que as pesquisas se referem a leituras sem exegeses, porque o tempo destas seria muito variável, dependendo do grau de profundidade onde se pretendesse chegar. Você conhece alguém que tenha conseguido essa façanha? Possivelmente, por "dever de ofício", e apenas por isso, algumas poucas pessoas devem tê-lo feito. Mas o mortal comum?... Não ponho a minha mão no fogo nem pelo Papa.

Quanto a mim, lembro-me que da primeira vez que me dispuz a ler a Bíblia inteira, mas sem método algum, levei 3 anos. Depois, muito depois, retornava e passava a ler de novo, tentando entender melhor e interpretando somente as passagens sobre as quais tinha dúvida ou que me chamavam a atenção. Continuei fazendo isso até recentemente, porque sobre quase todas as partes eu tinha dúvidas que me enlouqueciam e ninguém respondia. Nem aqueles que, teoricamente, deveriam saber respondê-las.

Daí, resolvi fazer um teste entre os amigos religiosos, crentes e alguns de seus líderes - sem as pessoas saberem - e vi que não eram só as pessoas comuns que não tinham lido a Bíblia inteira e não sabiam explicá-las, mas também fiéis de várias correntes religiosas, padres, pastores, "bispos", obreiros, apóstolos, missionários, "Testemunhas de Jeová", etc. Percebi claramente que aquelas pessoas mentiam quando eu lhes aplicava alguns testes, discreta e sub-repticiamente. Mas uma coisa havia em comum entre elas: todos acreditavam fervorosamente em Deus, Cristo, na Bíblia e nos Evangelhos. 

Quando, no fim, eu abandonava a discrição e começava a apontar as contradições bíblicas, dizendo não acreditar, elas me aconselhavam: " Aleluia! Sem você saber, Jesus já começou a te tocar, mostrando o caminho das escrituras. Leia e estude a Bíblia e Ele se revelará! ".

Curiosamente, os ateus, céticos e agnósticos, quando procedi da mesma forma, também não tinham lido a Bíblia inteira, na sua maioria, mas certamente tinham lido muito mais e revelavam um conhecimento bem maior do que os do outro grupo . Eles também me aconselhavam a estudar os livros sagrados e até outros, só que no sentido inverso: para detectar as mentiras e contradições bíblicas e poder defender-se dos seus detratores, que sempre vão existir. O argumento dos religiosos é que os céticos não conhecem e não entendem a "palavra de Deus". Participei e assisti alguns debates entre esses grupos e, adivinhem quem revelou maior conhecimento?

Percebi nessas discussões e também em tudo que pacientemente pesquisei, que da Bíblia e dos Evangelhos, pode-se dizer com certeza apenas que são livros escritos "aproximadamente" entre os anos 1250 aC e 100 dC, refletindo uma coleção de mitos e lendas sem valor histórico, não se sabendo quantos nem quem são os seus verdadeiros autores. Aliás, sobre autoria é onde reinam as maiores controvérsias. Nem mesmo dos 4 evangelhos aceitos pela Igreja, os 3 sinóticos mais o de João (de João?), pode-se dizer com certeza de quem é a autoria. Talvez nem Sua Santidade, o Papa, saiba. Por isso a Igreja, malandra e cuidadosamente os denomina "Evangelho segundo...". Tudo nesse terreno é hipotético, nebuloso, duvidoso. Os críticos e estudiosos, ao se referirem à Bíblia têm por tempos verbais mais empregados o futuro do pretérito (poderia, teria, etc) e o futuro do presente composto (teria sido, teria louvado, etc). Os advérbios e locuções (provavelmente, supostamente, aparentemente, talvez, por volta, por certo, quem sabe, etc,) também são profusamente empregados. Por quê? Dificuldade de se comprovar pelo decurso de dois mil anos? Certamente que não. Filósofos de antes da era Cristã (Confúcio, Sócrates, Platão, Thales de Mileto e tantos outros) têm a autoria de seus textos confirmados. Por que não os dos textos "sagrados"? Ah, é porque foram feitos por muitas mãos, diriam. Mas e os dos Evangelhos? Atribui-se um para cada suposto autor, só que não se tem certeza se cada um deles é o verdadeiro autor. Mais uma vez: Por quê?

Diante disto (e sem citar minhas inúmeras outras justificadas razões, que serão motivo para outro artigo), certa ou erradamente, cheguei à seguinte conclusão:

"Afora os estudiosos por "dever de ofício" (cientistas e historiadores, por exemplo) ou por opção, como os filósofos, autodidatas, ateus, agnósticos, racionalistas e céticos em geral, as pessoas só lêem na Bíblia aquilo que lhes interessa, seja por preguiça mental, por incapacidade de compreender ou, o que é mais provável, para não pôr em dúvida a sua fé. O trabalho da exegeses bíblica é deixado para seus líderes religiosos que, por sua vez, também só lêem as partes que lhes interessam. E assim todos se enganam e enganam a todos."

Falei e disse, se acertei, não sei. E vocês o que acham? Vão me chamar de herege, ateu, desinformado, possuído por Satanás? Já nem ligo mais.

 


Ivo S G Reis

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Mencionar: Autor original: Ivo S. G. Reis; fonte: Recanto das Letras - Site do Autor - http://www.ivosgreis.prosaeverso.net). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
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Terminou neste sábado, 15 de dezembro de 2007, a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, que se realizou em Bali, na Indonésia, reunindo cerca de 190 países que debateram assuntos relacionados ao aquecimento global, já com vistas a traçar metas para o próximo protocolo que se relalizará em 2012, com vistas à substituição do Protocolo de Kyoto.


O término da conferência, que se iniciou no dia 3 de dezembro, estava previsto para o dia 14, mas por causa da intransigência dos Estados Unidos em aceitar algumas determinações relativas aos pactos estabelecidos, foi transferido para o dia 15 quando, finalmente e felizmente, conseguiram quebrar a resistência dos Estados Unidos a uma proposta do G7, que previa ajuda dos países mais ricos aos mais pobres, no desenvolvimento de tecnologias para evitar a emissão de gases do efeito estufa.


Veja, abaixo, a íntegra da matéria:


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Por Emma Graham-Harrison



NUSA DUA, Indonésia (Reuters) - Cerca de 200 nações entraram em acordo, no sábado, durante as conversações lideradas pela ONU em Bali para lançar uma rodada de negociações sobre um novo pacto para combater o aquecimento global, após uma concessão dos Estados Unidos permitir um avanço histórico.


Washington afirmou que o acordo marca um novo capítulo na diplomacia relacionada ao clima após seis anos de disputas com grandes aliados desde que o presidente George W. Bush se recusou a participar do protocolo de Kyoto em 2001, o principal tratado existente para combater o aquecimento.


"Este é um momento decisivo para mim e para o meu mandato como secretário-geral", disse Ban Ki-moon, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, após retornar a Bali para implorar aos delegados para que superassem as diferenças, no primeiro dia de prolongamento do prazo das negociações.


Ban estava em uma visita a Timor Leste. "Estou profundamente grato a muitos países-membros pela flexibilidade e pelas concessões", disse Ban à Reuters.


O encontro de Bali aprovou um "mapa" para dois anos de negociações para a adoção de um novo tratado que substitua o de Kyoto, a partir de 2012, abrangendo nações como os Estados Unidos e países em desenvolvimento como China e Índia. Sob o acordo, o tratado que sucederá Kyoto será definido em Copenhagem no fim de 2009.


O acordo, após duas semanas de negociações, ocorreu após os Estados Unidos dramaticamente retirarem a oposição a uma proposta dos países do G7 --o grupo dos sete países mais industrializados do mundo-- para que as nações ricas façam mais para ajudar os países em desenvolvimento na luta contra o aumento da emissão de gases de efeito estufa.


O ministro do Meio Ambiente da Indonésia, Rachmatg Witoelar, bateu o martelo do acordo sob aplausos de delegados, desgastados após negociações intensas e numerosas disputas nos últimos 15 dias.


"Eu acho encorajador. Esse é um sinal real de disposição para um acordo", disse Yvo de Boer, secretário-executivo da Convenção do Clima da ONU.


ACOMODAÇÕES


A União Européia ficou satisfeita com o acordo.


"Era exatamente o que queríamos", disse Humberto Rosa, chefe da delegação da União Européia. "Nós teremos agora dois anos tremendamente exigentes, começando em janeiro."


Um pacto em 2009 dará tempos aos governos para ratificar o acordo e dar certeza aos mercados e investidores interessados em adotar tecnologias de energia limpa, como turbinas de vento e painéis solares.


O tratado de Kyoto obriga a todos os países industrializados, exceto os Estados Unidos, a cortar emissões de gases de efeito estufa entre 2008 e 2012. Nações em desenvolvimento são dispensadas. As novas negociações vão procurar integrar todos os países no controle das emissões a partir de 2013.


"Não há dúvidas de que abrimos uma nova página e estamos avançando", disse James Connaughton, chairman do Conselho de Qualidade Ambiental da Casa Branca, em Bali.


Os Estados Unidos são o maior emissor de gases de efeito estufa, à frente da China, Rússia e Índia.

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 São rápidas, ágeis e eficazes. Cortam árvores como se estivessem cortando queijos, tanta é a facilidade do manuseio. E ao cortá-las, cortam também um pouco da vida do meio ambiente e das pessoas que nele vivem. A cada árvore derrubada, quinze outras morrem e o  pequeno ecossistema da área em que ela estava, sente os reflexos negativos. Imaginem, então, centenas ou mesmo milhares de árvores sendo derrubadas, não importa se na mesma área ou em pequenos espaçamentos…

Todos sabem o que acontece. O madeireiro sabe (comete um crime consciente), o povo sabe, as instituições de defesa do meio ambiente sabem, o Governo sabe, mas ninguém consegue coibir e muito menos estancar em definitivo o desmatamento criminoso. O que estão esperando? Que o madeireiro, num lampejo de crise de consciência, enxergue o dano que causa e resolva parar? Não, a sua sede pelo lucro é muito maior do que os seus princípios éticos e morais. Por isso, a menos que encontre pela frente uma rígida fiscalização e punições pecuniárias e restritivas da liberdade, ele não vai parar.

De todos os que sabem, o que reúne melhores condições  e poder para estancar essa prática daninha (quando a exploração da madeira é feita comercialmente e em grande escala) é o Governo. O povo, as ONGs e outras instituições de defesa do meio-ambiente, e em especial da Amazônia, só podem protestar e alertar, mas não têm poder de polícia e nem de editar leis. Isso compete ao “Poder Público”.

Aliás, sobre isso, leia-se o que diz o “caput” do artigo 225, da Constituição Federal Brasileira, no capítulo que regula o meio ambiente:

“Todos têm o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao “Poder Público“  e à coletividade, o dever de defendê-lo e preservá-lo para as futuras gerações.” (os grifos são meus).

Então, o que falta ao Governo para pôr fim de vez a essa situação perigosa, incômoda e preocupante? Diria que é somente vontade política e mais nada.

O que se vê é que o “Poder Público” não está cumprindo convenientemente o seu dever constitucional. Por que não controla melhor os crimes ambientais?

Foram criadas, recentemente, leis que regulam o uso e o porte de armas de fogo, impondo controles, restrições e rígidas penalidades. Por que não fazem o mesmo com as moto-serras? Acaso o seu poder de destruição e o dano que causam a terceiros é menor do que o das armas de fogo? Não, pelo contrário, é muito, muito maior. Pela liberdade do uso das moto-serras chegam-se a matar pessoas e dizimar ou afastar do seu habitat natural pequenas comunidades inteiras, especialmente indígenas.

Ao que se saiba, existe apenas um Código Florestal Brasileiro, remendado, ultrapassado, datado de 1965, constantemente desrespeitado, e uma tímida lei que controla a concessão de licenças para porte e uso de moto-serras e que deve ser renovada a cada dois anos. Afora isso, alguns organismos governamentais, como o IBAMA, ineficiente, já corrompido, o Ministério do Meio Ambiente e o das Minas e Energia, ”tentam” fazer alguma coisa, mas não atingem os seus objetivos.

A prova disso, é que a venda de moto-serras e o desmatamento (a despeito de uma pequena diminuição a partir de 2006), ainda estão em franca expansão. Então se conclui que as poucas leis existentes são inócuas, porque todo mundo compra e usa o artefato assassino à vontade, cumprindo uma mínima burocracia de controle “faz de conta”. Em dois anos pode-se fazer muito estrago.

Temos de entender que chegou a hora de o Governo corrigir seus rumos e repensar uma solução para esse angustiante problema. Já temos as queimadas (estas, muito mais difícil de controlar), os desmatamentos por correntões, utilizados pelos agricultores, as poluições ambientais dos rios e nascentes, causadas por mineradoras e usineiros que despejam metais tóxicos e vinhoto nos rios e agora vamos ter que aturar as moto-serras, proliferando-se e com um poder devastador maior e mais rápido que os demais!?…

Pagamos muito caro pela nossa cidadania (uma das mais caras do mundo) e temos o direito de exigir um basta.

Nós, povo, brasileiros, não-brasileiros, cidadãos da Terra, de forma organizada ou não, queremos protestar, em nome da preservação das nossas matas e da qualidade de vida ambiental, aqui, ou em qualquer lugar do planeta.

Vamos pressionar nossos políticos para que façam novas leis, mais rígidas, no que se refere à venda, controle e uso das moto-serras. Usemos a informática para saber quem, onde, quando e quanto comprou. E mais: onde e em que vai usar. Reforcemos o efetivo policial, para que não se use a clássica desculpa de que “falta gente para fiscalizar e policiar”. Recursos? Temos bastante. E se acharem que não, O Banco Mundial, o BIRD e outros organismos financeiros internacionais estão aí para abraçar a causa e emprestar. Isso não é difícil, basta querer.

Você que está lendo esse artigo, fale com o seu deputado federal, com o seu senador, com o seu partido político (se filiado a algum). Pressione para que APRESENTEM um novo projeto-de-lei para controlar a venda e o uso das moto-serras. Depois, voltem a pressionar para que APROVEM, porque o “lobby” contrário vai ser grande. Por último, pressionem para que IMPLANTEM, para que não venha a se tornar mais uma daquelas “leis mortas”, tão comuns no Brasil.

Se o resto do mundo encampar a idéia e imitar o exemplo do Brasil, teremos dado uma grande colaboração à humanidade. E, o que é melhor, em nível mundial.

É sonho? Talvez, mas é possível e quase inevitável que um dia se tenha de fazer isso. E esse dia, creiam , já chegou. Nós é que ainda não acordamos para vê-lo.

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Microchips em cavalos e veículos de passeio… O que vem depois?

Publicado em Outubro 3, 2007 de Ivo S. G. Reis

A novidade já chegou, por enquanto, apenas no Estado de São Paulo, mas tudo indica que vai ficar e se alastrar pelos outros estados da federação. O motivo é simples: significa arrecadação, ou seja, mais dinheiro para os cofres públicos. A dúvida apenas será se irá para os estados ou para os municípios.
Sob o velho pretexto da “segurança no trânsito” (lembram-se das lombadas eletrônicas?), a Prefeitura de Bauru “urdiu” com o seu Centro de Controle de Zoonoses, a implantação de um microchip do tamanho de um grão de arroz nos cavalos do município. A novidade já está funcionando e o microchip controla os dados do animal e do proprietário. Funciona assim: se um cavalo for pego perambulando pela cidade, colocando o trânsito em risco, ele é apreendido e, pela leitura do seu microchip, o proprietário é notificado e terá de pagar a multa de R$ 150,00 (por enquanto), se quiser recuperá-lo.

Segundo informações da Agência Estado, somente nestes nove meses do ano, já foram recolhidos 130 animais e 50 já se encontram “chipados”.

Já na cidade de São Paulo e quanto aos carros de passeio, a coisa é mais ou menos semelhante, porém mais rígida: implanta-se um chip no pára-brisas, contendo os dados do veículo e do proprietário. Porém, esse chip informa também a localização, os percursos e a velocidade média do veículo em cada trajeto e ainda, por exemplo, se o IPVA, o licenciamento ou as multas estão em dia. Assim, basta um guarda-de-trânsito ou um policial rodoviário passar o leitor manual sobre o chip, ler o status da informação e, se for ocaso, selecionar a opção “multar“. Dali mesmo, a multa será enviada diretamente para o Departamento de Trânsito local. Isto é para a segurança do veículo? Se ele não for roubado, os dados estarão lá, do mesmo jeito, à disposição das autoridades.

Alguém tem dúvida de que a novidade vai pegar?

E se eles resolverem, mais tarde, implantar esses chips em nós, cidadãos comuns, cada vez que formos tirar uma identidade? Já somos controlados pelo RG e pelo CPF!… Não custa nada, nos órgãos de identificação, implantar um chipezinho, indolor, do tamanho de um grão de arroz. “É para a sua segurança, senhor, dirão”.

Mas isso, se funcionasse, só serviria para a localização em caso de seqüestro (desde que o seqüestrador não soubesse a localização do chip, senão, ele simplesmente o arrancaria, à faca).

Como os lugares de implantação seriam sempre os mesmos…


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(Este artigo foi por mim publicado no Blog Wordpress Debata, Desvende e Divulgue! )

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Marketing Religioso

Marketing religioso nas religiões evangélicas... Como funciona?

Não resta mais dúvida: as religiões evangélicas estão utilizando cada vez mais o "marketing religioso" para atrair adeptos e estão aumentando, com isso, o seu número de seguidores, chegando ao cúmulo de superar os católicos em alguns países de tradição sabidamente orientada para o catolicismo. Mas tal crescimento se verifica até mesmo nos países laicos, onde os evangélicos estão entrando com grande força de penetração.

Como se dá o proselitismo?

O fenômeno está relacionado ao marketing religioso, hoje presente em todas as mídias e até na internet, e à vultosa soma investidas em em publicidade pelas religiões evangélicas, adquirindo jornais, rádios, horários cativos e canais de televisão. As chamadas são constantes e feitas em diversos intervalos diários regulares e as "sessões ou cultos" também se dão em vários horários, umas três ou quatro vezes ao dia. Mas não é só isso: seus pastores recebem bem elaborados cursos de treinamentos, onde aprendem o evangelho, empostação de voz, técnicas de oratória e de convencimento de massas.

Aliado a isso -e nesse sentido a propaganda ajuda -, aprendem a explorar e propor a cura ou salvação pelo "Senhor" (Cristo) para as principais misérias humanas, como as drogas, vícios de bebidas e de jogo, doenças, possessão demoníaca, desemprego, desagregação familiar, dívidas, depressão, tendências suicidas, submissão a feitiços, etc. , problemas estes pesquisados e sabidamente existentes em qualquer agregado social. Quem já não viveu ou presenciou pelo menos um deles?

As técnicas de convencimento e "aprisionamento":

As técnicas de convencimento são teatralizadas nas sessões e nos cultos, posteriormente transmitidos pela TV. Nelas, são exibidas curas milagrosas pelo "Senhor",cenas de desobsessão demoníaca, de volta à paz e felicidade no lar e no trabalho e relatadas histórias de sucesso pelas pessoas pretensamente curadas ou "salvas", que só conseguiram isso após procurar uma igreja evangélica, como último recurso. Todas as histórias são bastante parecidas, mas o povo não se cansa de ouvi-las e de se encher de esperança. Se têm outra religião, abandonam-na e passam a seguir os evangélicos. Assim se dá o proselitismo e assim aumenta o número de seguidores que, posteriormente, ficam escravizados pela religião e se tornam fanáticos religiosos, atacando e discordando de todos que ousem pensar diferente deles.

Lavagem cerebral e cativeiro religioso é crime?

Infelizmente, à luz do Direito e da Constituição, isso não é crime. Mas como proteger do cativeiro religioso essas pessoas ingênuas, em sua maioria, de baixíssimo grau de instrução, fácil de serem convencidas, sofridas, crédulas, esperançosas e ávidas por salvação? Vão deixá-las até quando na mão dos hábeis evangélicos, que ainda as exploram com cobrança de dízimos, tirando o pouco que têm? Pagar por falsas esperanças? Alguém tem de pensar nisso e reescrever a lei!


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